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Bianca Censori surgiu nua ao lado da Kanye West

Kanye West e sua esposa, Bianca Censori, também estiveram presentes na premiação. A modelo chamou atenção ao surgir com um figurino completamente transparente na premiação. 

Já o rapper, indicado na categoria melhor canção de rap, escolheu um look all black simples: óculos escuros, uma camiseta sem estampas e uma calça.

A australiana chegou ao local vestindo um casaco preto, mas retirou a peça assim que os holofotes se voltaram para eles no tapete vermelho. Ela só se cobriu novamente após as fotos. 

No Instagram, o artista compartilhou uma série de fotos ao lado da esposa, com a legenda: “Uma história de amor”.

Bianca logo entrou para os assuntos mais comentados do X (antigo Twitter). Internautas se mostraram surpresos com a escolha da australiana, mas também faziam piadas e críticas ao casal, que acabou se tornando o centro das atenções nas redes sociais.

Começa nesta segunda-feira escala de pagamento do IPVA; veja tabela

Primeira parcela ou cota única do imposto, com desconto de 3% sobre o valor total, pode ser paga a partir desta segunda-feira (3).

Começa nesta segunda-feira (3) a escala de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025 em Minas Gerais. Diferentemente dos anos anteriores, o vencimento da primeira parcela será em fevereiro, e não mais no mês de janeiro.

A mudança se deu após aprovação de um projeto de lei na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e sanção do governador Romeu Zema (Novo), em dezembro de 2024.

A escala de vencimentos da primeira parcela ou o pagamento em cota única do IPVA 2025 vai de 3 a 7 de fevereiro, conforme o final da placa do veículo (veja tabela abaixo). A opção pela cota única dá desconto de 3% sobre o valor do imposto.

Vencimentos de acordo com o final de placa

Final de placaCota única/1ª parcela2ª parcela3ª parcela
1 e 23 de fevereiro6 de março7 de abril
3 e 44 de fevereiro7 de março8 de abril
5 e 65 de fevereiro10 de março9 de abril
7 e 86 de fevereiro11 de março10 de abril
9 e 07 de fevereiro12 de março11 de abril

Fonte: SEF-MG

O efeito negativo da guerra tarifária de Trump nos mercados globais
Abertura de mercado: Alíquotas de importação têm consequência direta na inflação, um problema que os Estados Unidos ainda enfrenta.

A guerra tarifária iniciada oficialmente no sábado pelo presidente americano Donald Trump acertou em cheio os mercados financeiros globais. A segunda-feira começa com quedas de mais 1% nos futuros das bolsas americanas, e recuos semelhantes são registrados pelos principais índices europeus.

Não só Trump está atacando, como os alvos começam a revidar com aumento de taxas sobre produtos americanos. Após a imposição de alíquotas de 25% sobre importações canadenses, o país comandado por Justin Trudeau anunciou que adotará política de reciprocidade. México e China devem fazer o mesmo, enquanto a União Europeia avisou que também reagirá, caso seja alvo de aumento de tarifas.

Alíquotas de importação têm como consequência direta o encarecimento dos produtos vindos do exterior, com impacto sobre a inflação, um problema que os Estados Unidos ainda enfrentam.

A agenda de indicadores econômicos é fraca nesta segunda, o que deixa investidores ainda mais sensíveis ao clima de animosidade disseminado por Trump.

O Brasil deve acompanhar o dia sangrento. Após fechar janeiro com o melhor desempenho desde agosto do ano passado, o EWZ, fundo que representa a bolsa brasileira em Nova York, afunda 2% nesta manhã.

Brasil, ONU, países europeus, árabes e Rússia condenam plano de Trump de expulsar palestinos e assumir controle de Gaza

Durante encontro com Netanyahu, presidente dos EUA delineou planos para o território palestino, incluindo a retirada de habitantes. Fala não foi bem recebida por autoridades de diversos países do mundo.

Por Redação g1

O mundo tem demonstrado uma reação amplamente negativa à recente declaração do ex-presidente Donald Trump, que sugeriu que os Estados Unidos poderiam “assumir” o controle da Faixa de Gaza, como se fosse uma ação viável e legítima. Sua fala, considerada fantasiosa e desconectada da realidade geopolítica atual, gerou críticas de diversas partes do globo, especialmente por envolver um território marcado por conflitos complexos e uma longa história de disputas.

A proposta de Trump levanta questões sobre o entendimento das dinâmicas do Oriente Médio e o respeito à soberania de outros países. A situação em Gaza, que já é extremamente delicada, exige abordagens diplomáticas sensíveis e soluções que envolvam as partes diretamente envolvidas. Ao invés de promover uma retórica agressiva, o foco deveria estar na busca por paz e estabilidade, com respeito pelos direitos dos povos que habitam essa região.

Essa fala de Trump não apenas desconsidera o contexto histórico e político da Faixa de Gaza, mas também reflete uma visão simplificada e errônea sobre como os Estados Unidos devem se envolver nos assuntos internacionais. O mundo espera que os líderes mundiais adotem posturas responsáveis e construtivas diante de situações tão sensíveis, e não que tomem atitudes que apenas acirram ainda mais as tensões no cenário global.

A ideia proposta por Trump foi repudiada por países do Oriente Médio, europeus e também por órgãos multilaterais, como as Nações Unidas. Foi também chamada de “muito surpreendente” pela ONU, “racista” pelo Hamas, “sem sentido” por Lula, e “inaceitável” pela Turquia, por exemplo. Veja abaixo algumas das reações:

França

“A França reitera sua oposição a qualquer deslocamento forçado da população palestina de Gaza, o que constituiria uma grave violação do direito internacional, um ataque às legítimas aspirações dos palestinos, além de um grande obstáculo à solução de dois Estados e um fator de desestabilização significativo para nossos parceiros próximos, Egito e Jordânia, assim como para toda a região”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Christophe Lemoine, em comunicado.

Brasil

O presidente Lula afirmou que a afirmação de Trump “não faz sentido”. “Quem tem que cuidar de Gaza são os palestinos”, disse Lula em pronunciamento nesta quarta-feira.

ONU

Um alto funcionário da ONU descreveu, nesta quarta-feira (5), como “muito surpreendente” a ideia apresentada por Trump.

“É algo muito surpreendente e ainda precisamos ver concretamente o que isso significa”, disse à agência de notícias AFP o chefe da agência da ONU para refugiados, Filippo Grandi. “É muito difícil se expressar sobre essa questão, que é muito delicada”, acrescentou.

“Qualquer transferência forçada ou deportação de pessoas de território ocupado é estritamente proibida”, afirmou o Escritório de Direitos Humanos da ONU em Genebra à agência de notícias Reuters.

O escritório da ONU também disse ser importante o final da guerra em Gaza e a reconstrução do território com a plena contemplação do direito humanitário internacional e aos direitos humanos.

Alemanha

A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, afirmou que a Faixa de Gaza pertence aos palestinos, e sua expulsão seria inaceitável e contrária ao direito internacional.

“Isso também levaria a novos sofrimentos e a um novo ódio. Não pode haver uma solução acima das cabeças dos palestinos”, afirmou Baerbock.

Um outro porta-voz do governo alemão afirmou que a Alemanha tem intenção de falar com o governo dos EUA sobre Gaza, mas ainda não há uma conversa agendada.

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